O secretário de Saúde do Estado, Geraldo Medeiros, afirmou que o Hospital de Clínicas de Campina Grande surgiu inicialmente como uma estrutura de suporte nos atendimentos de pacientes com Covid-19 na cidade.
Ele destacou que o processo de licitação da reforma do hospital já foi iniciado para que, a partir de fevereiro ou março de 2021, o local seja transformado em uma maternidade.
Geraldo comentou, durante entrevista à Rádio Caturité FM, que o hospital deve contar com diversas salas de cirurgia que vão desafogar o Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (Isea), que sofre atualmente com a superlotação.
– Está em trâmite o processo licitatório de reforma de seis salas de cirurgia, da UTI materna e da UTI neonatal, mas a previsão é para fevereiro ou março do próximo ano. Campina Grande clama há 40 anos por essa maternidade de alto risco, suplementando o Isea, que apresenta uma situação difícil e precária, com superlotação de pacientes – disse.











