O pré-candidato a prefeito de Campina Grande pelo PSL, Artur Bolinha, criticou duramente a forma como se desenvolve a relação entre os poderes legislativo e executivo historicamente na Rainha da Borborema e os custos que esse tipo de prática impõe à população.
Nesta sexta-feira, a imprensa local destacou amplamente a decisão dos vereadores de se manterem em sessões online, enquanto os trabalhadores, em sua maioria, retomaram as atividades presenciais.
Para Bolinha, boa parte dos que compõem o legislativo age de maneira completamente desconectada com a realidade e numa relação com o executivo que afeta a necessária independência dos poderes.
“É querer abusar da inteligência das pessoas. Além dos altos salários e da verba de gabinete, vereadores são beneficiados com dezenas de cargos na estrutura da prefeitura. Enquanto faltam recursos para ações básicas, esse grupo esbanja às custas do povo”, pontuou.
Legislativo de alto custo
De acordo com o Sagres do Tribunal de Contas do Estado, a CMCG gastou, no período de seis meses, mais R$ 2,8 milhões com pagamento dos salários de servidores, vereadores e quatro aposentados. Desde março os vereadores não realizam sessões presenciais.
Com Assessoria












