O presidente do Secovi Paraíba, Érico Feitosa, manifestou solidariedade ao segmento de bares, restaurantes, lanchonetes, praças de alimentação e similares atingidos pelo Decreto 40.930 do Governo do Estado que proibiu o atendimento presencial dos clientes após as 15 horas dos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1º de janeiro, sob a justificativa de conter aglomerações em virtude da pandemia.
“Em nome do Secovi, apresento minha solidariedade ao setor, que foi escolhido para pagar uma conta de terceiros pela irresponsabilidade dos poderes públicos, quando nós sabemos que houve aglomerações sem controle durante a campanha eleitoral por toda a Paraíba”, comentou Érico Feitosa durante entrevista no rádio.
Ele lembrou que os efeitos do decreto vão muito além do próprio segmento diretamente atingido. “O ciclo econômico só ocorre quando o dinheiro circula, e quando isso não acontece toda a economia paga um preço, de modo que uma medida desse tipo tende a provocar uma repercussão muito ampla e danosa”, avaliou.
Por fim, Érico Feitosa voltou a criticar e condenar a medida, adotada sem qualquer tipo de diálogo com os setores afetados. “Manifesto minha indignação, não apenas como presidente de um sindicato patronal, mas como cidadão, e minha perplexidade com essa atitude inconsequente do Governo do Estado”, complementou.











