A declaração do forró como patrimônio imaterial brasileiro, feita nesta quinta-feira (9), representa o “batismo” das matrizes do gênero musical, segundo Joana Alves, presidente da Associação Cultural Balaio do Nordeste, de João Pessoa, responsável pelo pedido de reconhecimento.
O título foi concedido quatro dias antes do Dia do Forró, celebrado em 13 de dezembro, e 10 anos depois da solicitação, feita pela entidade em 2011.
A definição aconteceu durante uma reunião extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que também considerou o gênero musical como supergênero, por ter a capacidade de conseguir agrupar ritmos e expressões musicais como o baião, o xote, o xaxado, o chamego, o miudinho, a quadrilha e o arrasta-pé.
Conforme a associação, o forró é um dos ritmos “que mais representa o povo nordestino e que transmite os saberes e fazeres de um povo, na forma de tocar, dançar e se relacionar, tornando-se um símbolo expressivo do imaginário nordestino”.
Com G1 Paraíba











