O primeiro caso suspeito de leptospirose de 2022 está sendo investigado pela Gerência de Vigilância Epidemiológica de João Pessoa, segundo informou o órgão nesta quarta-feira (2).
Conforme a gerência, em 2021 foram registrados 39 casos da doença, que é causada pelo contato humano com a urina de animais infectados, como o rato, ou pela exposição à água contaminada pela bactéria leptospira, normalmente presente em alagamentos.
A bactéria penetra no organismo por meio das mucosas e da pele íntegra ou com pequenos ferimentos e se dissemina na corrente sanguínea.
Em caso de suspeita de contaminação, a gerência orienta que o paciente realize um exame de sangue, que pode confirmar a doença. O serviço está disponível em toda a rede de saúde municipal, em Unidades de Saúde da Família (USF), Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e hospitais.
Para prevenir a disseminação da leptospirose, a Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) orienta que a população evite o descarte indevido de lixo em terrenos abandonados, para que não se crie um ambiente favorável à proliferação de ratos.
Os resíduos que são deixados nas ruas em dias em que não há coleta de lixo nos bairros são passíveis de serem rasgados por animais ou levados pela água das chuvas, comprometendo o escoamento da água nas galerias e calhas.
De G1PB












