Após o declínio dos casos de infecção pelo novo coronavírus, outro vilão bem conhecido em todo o Brasil volta a ser o foco dos atendimentos hospitalares, é o caso do mosquito Aedes Aegypti.
Segundo o médico da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Campina Grande Luciano Túlio, o aumento dos casos neste período já é esperado, devido às chuvas na região, o que incide em acúmulo de água parada e consequentemente a transmissão.
Os principais sintomas são sempre os mesmos: febre e dor no corpo, mas alguns fatores podem ajudar no diagnóstico correto.
“Em relação a dengue, é característico a dor nos olhos, a chikungunya é conhecida pelas dores nas articulações e assim como a zica, costuma deixar o corpo do paciente com manchas avermelhadas”, explicou.
Os pacientes com sintomas leves devem procurar o atendimento nos postos de saúde. Já os mais debilitados, podem procurar as unidades de referência da cidade para diagnóstico e tratamento.
Com o risco de agravamento do quadro, o mais indicado conforme o médico, é que o atendimento seja feito o mais breve possível, para que o mesmo seja avaliado e que formas graves das doenças sejam evitadas, como a dengue hemorrágica.
Os agentes de endemias seguem realizando o trabalho de combate em bairros com maior infestação, mas somente isso não é suficiente.
“Acabar com o acúmulo de água parada é uma tarefa diária e compromisso de todos”, explica.
O gerente de Vigilância Ambiental Hércules Lafite, explica que o carro fumacê que há tempos não era mais utilizado, volta a se fazer presente e já tem cronograma definido na cidade.
Além do trabalho de conscientização sobre o combate, a prefeitura já informou que será realizado um mutirão de limpeza de terrenos, com apoio de equipes da Secretaria de Serviços Urbanos (Sesuma).
da Redação











