11 de setembro: ataque a Torres Gêmeas completa 24 anos com mais de mil vítimas não identificadas

Por Redação
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Há exatos 24 anos, o mundo assistia ao maior ataque terrorista da história dos Estados Unidos. No dia 11 de setembro de 2001, 19 membros da Al-Qaeda sequestraram quatro aviões comerciais e os lançaram contra alvos simbólicos no país, matando quase 3 mil pessoas e ferindo mais de 7 mil. Os principais ataques atingiram as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, e o Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos EUA, em Washington. Um quarto avião caiu na zona rural da Pensilvânia após a reação dos passageiros.

No total, 2.753 pessoas morreram no colapso das Torres Gêmeas, 184 no Pentágono e 40 na queda do voo 93. Entre as vítimas estavam crianças, idosos e famílias inteiras. Apesar dos avanços científicos, 1.100 fragmentos de corpos seguem sem identificação. Somente nos últimos anos, 25 pessoas foram identificadas com o uso de tecnologia de DNA. As vítimas mais recentes reconhecidas são Ryan Fitzgerald, de 26 anos; Barbara Keating, de 72; e uma mulher cuja identidade foi mantida em sigilo a pedido da família.

A operação que culminou nos ataques começou a ser planejada em 2000, com os terroristas entrando nos EUA meses antes do atentado. Dos 19 sequestradores, 15 eram sauditas. A autoria foi atribuída a Osama bin Laden, líder da Al-Qaeda, morto em 2011 por forças americanas no Paquistão. Até hoje, o 11 de Setembro marca não apenas uma tragédia humana, mas também uma virada geopolítica global, com impactos duradouros na segurança internacional e na política externa dos EUA.

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