O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, culpou a esquerda radical pela morte do ativista ultraconservador Charlie Kirk, de 31 anos, assassinado a tiros na quarta-feira (10) durante um evento na Universidade Utah Valley, em Utah. O caso reacendeu o debate sobre a escalada da violência política no país.
Kirk, aliado próximo de Trump e influente no movimento conservador Make America Great Again (MAGA), foi baleado no pescoço durante uma palestra. As circunstâncias do ataque ainda estão sob investigação.
Em discurso após o crime, Trump afirmou que a retórica da esquerda incentiva a violência. Já líderes democratas responsabilizaram o próprio presidente por estimular confrontos políticos. O governador de Illinois, JB Pritzker, citou a invasão do Capitólio, em 2021, como exemplo do impacto do discurso de Trump.
O episódio se soma a outros recentes casos de violência política, como as tentativas de assassinato contra Trump, o incêndio na casa do governador da Pensilvânia, Josh Shapiro, e o ataque a tiros contra uma deputada em Minnesota.
Após a morte de Kirk, figuras da direita radical endureceram o discurso. O apresentador Alex Jones disse que o país está “em guerra”, e o fundador da milícia Oath Keepers, Stewart Rhodes, anunciou a retomada do grupo para proteger aliados do presidente.
Enquanto as investigações avançam, o clima de polarização e insegurança política se intensifica nos Estados Unidos.
Confira o boletim desta tarde:
Por Rodrigo Silva (@rodrigosilvaon)











