Uma pessoa que tinha proximidade com a cabeleireira Élida Nascimento, que foi morta por um policial militar em Massaranduba, relatou ao Blog que a vítima planejava abrir um salão no município de Sapé nesta segunda-feira (08).
”Ela tem um salão em Serra Redonda, mas já estava se organizando para abrir um novo em Ingá. Já estava tudo organizado para inaugurar o estabelecimento em Ingá amanhã (08)”, disse a fonte.
Na manhã deste domingo (7), foram realizados o cortejo fúnebre e o sepultamento da cabeleireira Élida Nascimento, no município de Ingá/PB. Ela foi morta pelo policial militar Luiz Miguel, que foi preso por cometer o feminicídio em Massaranduba/PB neste sábado (6).
Entenda: o acusado disse que estava casado com Élida há cerca de quatro meses, mas já se relacionava com ela há um ano. Segundo a delegada Renata Dias, no depoimento, o homem relatou que o episódio que culminou na morte ocorreu após uma discussão no trajeto de volta de um bar em Campina Grande. Segundo o policial, durante o caminho, Élida começou a agredi-lo e ameaçou descer do veículo em movimento. Ele afirmou que, em um momento de surto, sacou sua arma particular e disparou contra a esposa, não lembrando a quantidade de tiros. Ao perceber a gravidade da situação, ligou para o 190 e para o SAMU, afirmando que jamais teve a intenção de matá-la e solicitando que seu celular fosse periciado para comprovar o contexto do relacionamento.
O policial, que atua há sete anos na corporação, também afirmou que não tinha filhos com a vítima e que as lesões em seu corpo foram causadas por Élida durante as brigas. Ele disse nunca ter agredido a esposa fisicamente e descreveu seu próprio ciúme como “normal”, enquanto considerava o dela excessivo.











