Estudantes da Universidade Estadual da Paraíba relataram problemas na noite desta segunda-feira (27), com o sistema de reconhecimento facial implantado no campus de Campina Grande. Mesmo com o cadastro previamente aprovado, alunos relataram falhas na liberação das catracas eletrônicas. A instabilidade ocorre no primeiro dia de funcionamento da tecnologia.
O sistema é uma das medidas adotadas pela universidade para reforçar a segurança no campus, após o ataque a tiros registrado em abril de 2025 dentro da Central Acadêmica. A proposta é controlar o fluxo de pessoas por meio da biometria facial cadastrada no Sistema Unificado de Administração Pública (SUAP), integrando os dados de estudantes e servidores às catracas eletrônicas e ao monitoramento em tempo real realizado pelo Centro Integrado de Comando e Controle de Campina Grande.
De acordo com a UEPB, cerca de 20 mil biometrias foram registradas até o início do semestre, além da instalação de câmeras inteligentes e totens de segurança distribuídos pelo campus. Apesar disso, até o momento, a instituição não informou oficialmente os motivos das falhas registradas no primeiro dia de uso do sistema nem quais medidas serão adotadas para normalizar o acesso.












