Sete integrantes de facções criminosas tentaram fugir da penitenciária de segurança máxima Dr Romeu Gonçalves de Abrantes, o PB1 e PB2, com alvarás de soltura falsos.
Alguns desses presos até chegaram a ser chamados para assinar a soltura, mas policiais penais desconfiaram do documento.
Durante a tentativa de fraude, a penitenciária chegou a consultar a juíza Andreia Arco Verde e o juíz Carlos Neves, ambos da Vara de Execuções Penais, que tinham os nomes nos documentos de soltura, mas confirmaram que se tratava de uma fraude. Os alvarás falsos teriam sido recebidos, segundo investigação inicial, por meio de Malote Digital do Conselho Nacional de Justiça.
Nenhum deles foi solto e seguem presos no presídio.
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