Francisco Vital da Silva foi condenado a 122 anos e 11 meses de prisão pelo assassinato da ex-companheira, Ingraça Rejane Virgolino Pereira Vital, e da ex-sogra, Maria Virgolino Pereira, em Coremas, no Sertão da Paraíba. O julgamento aconteceu nesta segunda-feira (25), no Tribunal do Júri da cidade.
O júri aceitou integralmente a denúncia do Ministério Público e manteve a condenação por duplo feminicídio. A defesa tentou mudar a acusação relacionada à morte de Maria Virgolino para homicídio simples, mas o pedido foi rejeitado.
Segundo o processo, o crime aconteceu na presença dos filhos do casal, que tentaram impedir a ação do pai. O júri também reconheceu agravantes como a dificuldade de defesa das vítimas e a prática do crime na frente das crianças.














