A saída de Gabriel Tota do Botafogo-PB segue gerando repercussão nos bastidores do clube. Após o Belo afirmar que a rescisão do contrato com o meia teria acontecido de forma amigável, o advogado do jogador, Filipe Rino, apresentou uma versão diferente sobre o caso.
Segundo a defesa do atleta, o vínculo foi suspenso por meio de uma decisão da Justiça do Trabalho, após o jogador cobrar judicialmente valores que estariam em atraso. A ação foi protocolada no Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba (13ª Região).
O pedido foi aceito em caráter de tutela de urgência pelo juiz José Guilherme Marques Júnior, que determinou a suspensão do contrato. Com a decisão, Gabriel Tota está livre para assinar com outra equipe e dar sequência à carreira.
De acordo com Filipe Rino, a ação envolve débitos referentes ao salário de agosto, no valor de R$ 30 mil, além de R$ 60 mil referentes aos direitos de imagem dos meses de julho e agosto.
Também são cobrados R$ 12,5 mil referentes ao 13º salário proporcional e R$ 16.666,66 de férias proporcionais.
A defesa ainda aponta que o Botafogo-PB não estaria realizando os depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), com um valor estimado em R$ 13.480.
O caso agora deve seguir na Justiça, enquanto Gabriel Tota fica disponível para negociar com outros clubes.
Por: Igor Paixão ( @igorpaixao08 )













