A Justiça negou os pedidos apresentados pelas defesas de Christian e Larissa no processo que investiga o assassinato do engenheiro civil Rubens Fernandes da Costa Filho, conhecido como Rubinho, no estacionamento de uma festa privada em Lagoa Seca. A decisão também manteve a prisão preventiva de Christian, que está preso em Campina Grande.
Rubinho foi assassinado a tiros na manhã do dia 21 de junho de 2026, no estacionamento de uma festa. Desde então, familiares e pessoas próximas à vítima aguardam o avanço das investigações e a responsabilização dos envolvidos.
Em entrevista ao programa Paraíba Boa, o advogado da família explicou que as defesas apresentaram uma série de questionamentos preliminares, incluindo pedidos de novas perícias, diligências e complementação de provas. No entanto, o magistrado rejeitou as solicitações e manteve a prisão preventiva do acusado.
De acordo com o advogado, o próximo passo do processo será a realização da audiência de instrução e julgamento. A acusação apresentou 16 testemunhas, enquanto as defesas de Christian e Larissa indicaram três testemunhas cada. Na audiência, serão ouvidas as testemunhas e realizados os interrogatórios dos acusados, que poderão prestar depoimento ou exercer o direito constitucional ao silêncio.















