A Escola Alfredo Dantas, no Centro de Campina Grande, foi definida pela Justiça Eleitoral para receber eleitores em trânsito e pessoas com deficiência. Apesar da rapidez para digitar os números na urna neste segundo turno, o acesso ao local de votação gerou transtornos.
A jornalista Laíssa Guerreira registrou seu voto na unidade e criticou a falta de acessibilidade estrutural. Ela precisou dividir a rua com os carros para entrar no colégio e observou grandes dificuldades enfrentadas por idosos e eleitores utilizando muletas nas escadas.
A eleitora também pontuou a ausência de profissionais devidamente capacitados para auxiliar pessoas com mobilidade reduzida durante todo o processo. Apesar dos obstáculos, ela ressaltou a importância do voto e destacou que as dificuldades não podem impedir o exercício da cidadania.
Por Walter Ribeiro ( @w.araujo__ )
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