Denúncias de assédio eleitoral disparam e atingem mais de mil empresas em três dias

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O Ministério Público do Trabalho recebeu uma onda de denúncias de assédio eleitoral nos dias seguintes ao segundo turno das eleições de 2026. Em apenas três dias, mais de mil empresas foram alvo de reclamações envolvendo possíveis ameaças, pressões e retaliações contra funcionários em razão de suas escolhas nas urnas.

Entre as situações relatadas estão ameaças de demissão, constrangimento no ambiente profissional e tentativas de interferir na liberdade de voto dos trabalhadores. O episódio também reacendeu o debate sobre os limites entre as opiniões políticas dos empregadores e os direitos individuais de quem depende do emprego.

A legislação brasileira assegura ao trabalhador o direito de escolher livremente seus candidatos, sem sofrer perseguição ou qualquer tipo de punição no ambiente de trabalho. Práticas de assédio eleitoral podem resultar em responsabilização dos empregadores, inclusive na Justiça do Trabalho.

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