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A reportagem da rádio Caturité FM segue recebendo reclamações a respeito da falta de medicamentos na unidade do Centro Especializado de Dispensação de Medicamentos Excepcionais (Cedmex) em Campina Grande. Segundo os relatos, alguns estão demorando até três meses para que a falta seja regularizada.
A resposta inicial dada há um tempo pela Gerência de Saúde responsável pelo órgão é de que parte dessa falta ocorre por desabastecimento de fabricantes e também por conta do atraso em repasses por parte do Ministério da Saúde.
Nesta quarta-feira, 15, quem concedeu uma entrevista representando o Cedmex/CG para responder aos ouvintes foi a farmacêutica e chefe do Núcleo do Componente Especializado do SUS na Paraíba, Wênia Brito. Novamente, ela atribuiu esse problema aos dois fatores descritos anteriormente.
“Alguns medicamentos que nós distribuímos são de competência de aquisição do Ministério da Saúde, como por exemplo Metrotexato – composto alvo de reclamação de falta por parte dos ouvintes denunciantes. O nosso papel é informar ao MS quantos pacientes estão aptos a recebê-los e, mediante isso, a gente recebe os repasses. Para os demais, todo o processo de aquisição e distribuição é de nossa competência, como é o caso da Sufasalasina, que nós já estamos com todo o processo de compra instaurado”, garantiu.
Outro ponto tratado por Wênia é que atualmente não há limite de fichas para atendimento de laudos ou receitas no Cedmex em Campina Grande. Ela garantiu que “são entregues fichas das 8h da manhã às 15h, todos os dias, para todo o quantitativo de pacientes que busquem atendimento no local”.
Ela reforçou que isso ocorre por ordem de chegada, até porque a necessidade de agendamento para os serviços já foi suspensa e completou alertando que, a preço de hoje, para ser atendido, o usuário necessita apresentar o cartão de vacinação contra a Covid-19, conforme lei estadual nº 12.083, decretada pelo Governo da Paraíba.











