Alph foi encontrado morto em 8 de fevereiro de 2020, em João Pessoa

Selena Samara Gomes da Silva, uma das acusadas de ter matado o estudante Clayton Thomaz de Souza, conhecido como Alph, foi condenada na noite dessa terça-feira (16) a 17 anos e quatro meses de prisão. O julgamento aconteceu no 1º Tribunal do Júri da Capital, em João Pessoa. 

O tribunal do júri entendeu que ela não foi a autora do disparo que matou o estudante, mas que foi quem atraiu a vítima para o local em que foi assassinada, o que impedia que ela fosse absolvida O segundo acusado de ter cometido o crime, Abraão Avelino da Fonseca, será julgado separadamente porque o processo foi desmembrado. Ele segue foragido.

Selena Samara, inclusive, também estava foragida, mas se apresentou ao tribunal de júri nessa terça-feira (16) e sentou no banco de réus. Em seu depoimento, ela alegou que, tal como Alph, também foi vítima. E que no dia do crime ela foi torturada, tendo o cabelo raspado e sendo espancada. Ela disse também que foi ameaçada de morte diversas vezes.

Os jurados, contudo, por maioria de votos, não consideraram a versão da mulher e a julgaram como culpada. Ela pegou 14 anos de prisão pelo homicídio, dois anos como qualificador pelo crime ter sido por motivo torpe e mais um ano e quatro meses pelo homicídio ter sido premeditado.

A mulher condenada pode recorrer da decisão, mas ela seguirá presa.

Com informações do G1/PB.

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