De acordo com Andrezza, as propostas para os bancos privados e o Banco do Nordeste foram aprovadas, enquanto Caixa e Banco do Brasil tiveram os acordos rejeitados. Na Caixa, um dos principais pontos de insatisfação é o plano de saúde Saúde Caixa, que, segundo a representante sindical, vem gerando prejuízos para funcionários da ativa, aposentados e pensionistas. “Isso vem trazendo um desgaste muito grande, realmente, nas condições financeiras”, destacou.
Já no Banco do Brasil, a categoria cobra maior valorização dos trabalhadores e melhorias relacionadas ao plano de saúde CASSI. O aporte financeiro anunciado pelo banco é considerado insuficiente. “Há muitos anos que não vem tendo nenhuma valorização do bancário”, declarou. A decisão pelo estado de greve foi tomada em assembleias realizadas nos dias 3 e 4 de setembro, e a paralisação segue por tempo indeterminado, até que uma nova negociação apresente uma proposta que seja aceita pelos trabalhadores.
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