O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, criticou nesta quinta-feira (17) o reajuste de 15,04% anunciado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o Bolsa Família. O novo valor mínimo do benefício passará de R$ 600 para R$ 691 a partir de outubro, enquanto o benefício médio deverá subir de R$ 675 para R$ 777.
Durante um ato de campanha na Bahia, Flávio classificou o reajuste como “ilegal” e afirmou que a medida teria sido anunciada a 17 dias do primeiro turno das eleições. Segundo o candidato, o governo estaria tentando influenciar os eleitores com o aumento.
O governo, por outro lado, afirma que o reajuste corresponde à recomposição da inflação acumulada pelo INPC desde o último reajuste do programa e que a medida está dentro das regras fiscais e legais. O impacto estimado é de R$ 5,8 bilhões em 2026 e cerca de R$ 22 bilhões em 2027.
Flávio também citou o aumento concedido durante o governo de Jair Bolsonaro, em 2022, quando o então Auxílio Brasil passou de R$ 400 para R$ 600. A medida ocorreu no mesmo ano da eleição presidencial.












