O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou nesta quinta-feira (17) o recurso apresentado pelo Ministério Público Eleitoral da Paraíba e por Ulisses Barbosa contra a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) à primeira suplência de Nabor Wanderley (Republicanos) ao Senado. A decisão mantém o registro da senadora na chapa.
O questionamento apresentado ao TSE alegava que Daniella estaria inelegível por ser mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que disputa a reeleição. A mesma tese já havia sido rejeitada pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), que, em setembro, deferiu por unanimidade o registro da candidatura.
Ao analisar o recurso, André Mendonça reforçou o entendimento de que a suplência integra a mesma chapa do candidato ao Senado. Segundo o ministro, a suplência não constitui um cargo autônomo, mas faz parte de uma chapa única e indivisível para a disputa ao Senado.
Com a decisão, Daniella Ribeiro permanece oficialmente como primeira suplente de Nabor Wanderley na disputa pelo Senado Federal nas eleições de 2026. O cadastro eleitoral do Senado também registra Daniella como primeira suplente da chapa.











