Saulo Germano diz que silêncio não revela indefinição do eleitor e reforça apoio a candidatos

Por
2 min. leitura

O presidente da Câmara Municipal de Campina Grande, vereador Saulo Germano, avaliou que o aparente silêncio das ruas durante o período eleitoral não significa que a população ainda não tenha definido suas escolhas. Segundo ele, os eleitores estão mais atentos, ouvindo as propostas e acompanhando com cautela a movimentação dos candidatos.

Na avaliação do parlamentar, a dinâmica das campanhas mudou, e o eleitor passou a observar com maior atenção os posicionamentos, a trajetória e o trabalho desenvolvido pelos candidatos antes de manifestar publicamente suas preferências.

Saulo Germano afirmou confiar no desempenho dos candidatos que recebem seu apoio, destacando Fábio Ramalho, Romero Rodrigues, Veneziano e Efraim Filho. Para o vereador, as respectivas campanhas estão bem encaminhadas e apresentam uma articulação que pode ser fortalecida com a intensificação do diálogo nas próximas semanas.

“O silêncio das ruas não significa que o povo não tenha escolhido seus candidatos. O eleitor aprendeu a escutar, observar e analisar antes de se manifestar. Na minha avaliação, as campanhas de Fábio Ramalho, Romero Rodrigues, Veneziano e Efraim Filho estão bem encaminhadas e demonstram força”, afirmou Saulo.

O presidente da Câmara ressaltou que a receptividade eleitoral nem sempre se traduz em grandes manifestações públicas, defendendo que a análise sobre o cenário político considere também as conversas, os encontros e a relação construída entre candidatos e eleitores.

Para Saulo Germano, a reta final da campanha será importante para ampliar a apresentação de propostas e consolidar o contato com a população. Ele destacou a necessidade de manter uma atuação baseada no diálogo e no respeito às escolhas dos eleitores.

O vereador reforçou sua confiança no grupo político que apoia, afirmando que a mobilização deverá continuar nos municípios e nas comunidades, com os candidatos buscando apresentar seus projetos e conquistar a confiança da população.

Compartilhe este artigo